
O mesmo frigorífico vende o dia todo num sítio e fica meio cheio noutro. A diferença está em quantas pessoas passam, em quantos momentos e quanto fica. O que custa um frigorífico inteligente está nos fatores de preço; aqui trata-se do outro lado da conta.
A afluência é o número de pessoas que passam por dia, multiplicado pelos momentos em que precisam de algo. O horário conta porque cada turno é um novo momento: um local com três turnos tem três almoços. As quebras são o que não se vende e tem de sair.
As três estão ligadas. Mais afluência significa que os produtos rodam mais depressa e passam menos do prazo. Pouca afluência significa que o fresco esbarra no prazo; nesse caso, é melhor uma oferta de maior duração.
| Compra | Aluguer | Leasing | |
|---|---|---|---|
| A empresa assume | O equipamento, as compras, a manutenção e as quebras | A mensalidade, as compras e as quebras | As prestações, as compras e as quebras |
| As receitas | Inteiramente suas | Suas | Suas |
| Rentável quando | A afluência é alta e a logística já está resolvida | Quer testar um local antes de se comprometer | O local está provado e quer repartir o custo |
| Risco com pouca afluência | Seu | Limitado ao prazo do aluguer | Seu, durante o contrato |

Não o número na folha de salários, mas quantas estão de facto no local num dia normal, externos incluídos.
A que horas não há nada hoje: antes das oito, depois do refeitório, de noite, ao fim de semana?
Quantas pessoas saem para comer e quanto tempo ficam fora? Mais em empresa sem cantina.
O fresco só roda com afluência suficiente. Porquê, é explicado em refeições frescas.

Com menos de cinquenta pessoas em horário de expediente e um café ao virar da esquina, um frigorífico inteligente raramente atinge afluência suficiente. Um armário de stock bem gerido ou uma máquina clássica é então muitas vezes a melhor escolha, e dizemo-lo. Se pondera uma máquina clássica, leia antes a que deve atender ao comprar uma máquina de venda.
O horário pesa pelo menos tanto como o número de pessoas. Trinta pessoas por turnos num terreno sem comércio podem pôr um frigorífico a funcionar melhor do que cem pessoas numa rua comercial. Por isso o diagnóstico pergunta pelas duas coisas.
Depende inteiramente da afluência, da margem que aplica e do que fica. Um prazo de amortização sem os seus números seria um palpite. Depois do diagnóstico fazemos as contas para a sua situação.
Ambos, e reforçam-se. O número de pessoas determina quanto pode ser comprado num momento; o horário, quantos momentos há. Um local mais pequeno com turnos e nada por perto costuma sair-se melhor do que um escritório maior com refeitório ao virar da esquina.
A escolha é sua: preço de custo, uma margem ou até gratuito como benefício. Sem margem, o equipamento e a manutenção são pagos por outro orçamento.
As vendas por produto mostram-no. A oferta inicial raramente é a de três meses depois: o que fica desaparece, o que sai ganha espaço. Se o uso continuar demasiado baixo, é melhor repensar o local ou a modalidade do que deixar um frigorífico meio cheio.
Conta na sua decisão, mas não numa fatura. Calcule para o seu local quantas pessoas saem num dia normal e quanto tempo demoram. Esse número é seu e diz mais do que uma média de folheto.
Oito perguntas curtas sobre pessoas, horário e o que existe hoje. Calculamos o seu local e dizemos-lhe se um frigorífico inteligente compensa lá, mesmo que a resposta seja não.
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